Viva o 1º de Maio! Exigir direitos do trabalho, emprego, salários e pensões – recusar a austeridade!

A CGTP-IN  emitiu um comunicado em que apela neste Dia do Trabalhador à “denúncia dos abusos e atropelos a que os trabalhadores estão a ser sujeitos, afirmando com toda a força os direitos e as conquistas de Abril!”

A Central Sindical refere que este 1º de Maio é assinalado “num momento de grande complexidade para todos e em particular para os trabalhadores” e que, apesar de não haver condições para a habitual participação de trabalhadores e pensionistas em grandes concentrações, não deixará de haver presença na rua “garantindo a proteção e o distanciamento sanitário de todos quanto participarão, afirmando o nosso protesto, as nossas reivindicações, a nossa luta.”

A CGTP-IN anunciou os locais das diversas iniciativas:

AVEIRO » 15h00 » Largo do Rossio

BEJA » 11h00 » Junto à Casa da Cultura

GUIMARÃES » 15h00 » Largo do Toural

CASTELO BRANCO » 15h00 » Frente à Câmara Municipal

COVILHÃ » 15h00 » Jardim Público

COIMBRA » 15h00 » Praça 8 de Maio

ÉVORA » 15h00 » Templo de Diana

FARO » 15h30 » Rotunda Fórum Algarve

GUARDA » 11h00 » Alameda St. André

SEIA » 15h00 » Rotunda do Tear

LEIRIA » 15h00 » Largo do Papa

LISBOA » 15h00 » Alameda D. Afonso Henriques

FUNCHAL » 15h00 » Avenida Arriaga

PORTALEGRE » 11h00 » Av. Movimento das Forças Armadas (Junto ao C.C. da Fontedeira)

PORTO » 15h00 » Avenida dos Aliados

SANTARÉM » 15,00 » Jardim da República

SETÚBAL » 15,00 » Av. Luisa Todi

SINES » 10h00 » Jardim das Descobertas

VIANA DO CASTELO »  15h00 » Jardim Marginal

VILA REAL » 15h00 » Praça do Município

VISEU » 15h00 » Rossio

MANGUALDE » 15h00 » Largo Dr. Couto

LAMEGO » 15h00 » Av. Dr. Alfredo de Sousa

Numa intervenção sobre o 1º de Maio, a secretária-geral da CGTP-IN referiu que “num quadro em que as medidas sanitárias de combate ao surto epidémico têm sido aproveitadas para aumentar a exploração e ataque aos direitos dos trabalhadores, assumem uma ainda maior relevância as iniciativas que a CGTP vai realizar no 1º de Maio, em 24 localidades do nosso país, garantindo o distanciamento sanitário e a protecção e prevenção da saúde de todos”.

Isabel Camarinha afirmou que é necessário lutar “para exigir emprego, salários e direitos, para exigir as respostas necessárias com a proibição de todos os despedimentos, garantia do pagamento da retribuição total a todos os trabalhadores, combate às medidas desequilibradas a favor das empresas e do grande capital, como acontece com o regime de lay-off simplificado e outras medidas dirigidas aos trabalhadores e às famílias que colocam quase dois milhões de trabalhadores com enorme redução de um terço ou mais das suas retribuições.”

 

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