Refugiadas aprendem português em sede do Bloco de Esquerda

Cerca de 20 refugiadas ucranianas aderiram a um curso livre de português, a decorrer na sede do BE no Entroncamento. O grupo apenas integra um homem, um massagista no seu país.

O curso é uma ação solidária. As aulas têm lugar três vezes por semana por uma equipa de quatro professores, em regime de voluntariado. Logo que as “estudantes”, todas adultas, dominem algumas palavras em português, as aulas passarão a ser quatro vezes por semana. A última aula de cada semana será ministrada preferencialmente no exterior, para melhor se inserirem na realidade e na vida local.

Os materiais para o curso (cadernos, canetas, fichas, fotocópias, etc.) têm sido oferecidos por entidades e pessoas diversas.

O horário, sempre entre as onze horas e o meio dia, foi adotado por forma a que as muitas mães possam ir recolher os filhos às escolas, a meio da tarde.

A vontade de aprender é evidente. Mas, para já, quase todas acham o português “muito difícil”…

 

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