Pela Liberdade Pela Tolerância – Despenalização da Morte Assistida

Figuras públicas apelam à despenalização da morte assistida

Em Portugal, atualmente, a eutanásia é um crime punido com pena de até três anos de prisão. A 29 de maio serão votados projetos de lei de vários partidos que propõem a sua despenalização. Partilha este vídeo se concordares que a decisão das pessoas tem de ser respeitada e que a prepotência e o autoritarismo não se pode sobrepor ao direito de cada pessoa a morrer com dignidade.O Movimento Cívico pela Despenalização da Morte Assistida agradece, pela participação no vídeo, a Rita Blanco, Manuel Luís Goucha – TVI, Bruno Nogueira, Joana Seixas, Marisa Matias, Anabela Mota Ribeiro, António-Pedro Vasconcelos, Aldina Duarte, Pilar del Río, Jorge Palma, Miguel Costa, Paulo Furtado (The Legendary Tigerman), João Semedo, Sobrinho Simões, Diana Andringa, Miguel Nunes, Julio machado vaz, Fausto Bordalo Dias – Página Oficial, Mário Nogueira, Maria do Rosário Gama, Miguel Guedes, Julie Sergeant, Rogério Alves, Ana Zanatti, José Luís Peixoto, Tiago Rodrigues, Sampaio da Nóvoa, Fernando Alves, António Capelo, Sérgio Godinho, Bruno Maia, Teresa Pizarro Beleza, Francisco Teixeira da Mota, Gilberto Couto, Machado Caetano, Inês Ferreira Leite, Jorge Espírito Santo, Eurico Reis, Ana Drago, Susana Oliveira, Tiago Silveirinha, Magda Alves, Filipe Santos, José Luís Costa, Ana Feijão, Iara Pampim, Rui Almeida, Tânia Margarido, Nuno Brito, Érica Postiço, Ana Paula Figueiredo, David Sher, Ana Eustáquio, Mariana Olho-Azul, Adriana Afonso, Mariana Venes, Judite Álvares, Daniel Carapau, António Gomes da Silva, Sílvia Patrícia Lino e Filipe Matos.

Publicado por Movimento Cívico para a Despenalização da Morte Assistida em Sexta-feira, 11 de maio de 2018

1 comentário em “Pela Liberdade Pela Tolerância – Despenalização da Morte Assistida”

  1. Há grande dose de hipocrisia e um falso moralismo naqueles que se dizem a favor da vida e querem apelar ao sentimentalismo do povo, promovendo um referendo.
    Sabem perfeitamente que em Portugal nem há tradição de referendos, nem as pessoas estão suficientemente esclarecidas sobre esta questão; pelo contrário, a igreja não vai perder a oportunidade e a situação privilegiada que tem para, do púlpito, apontar a ‘esquerda comunista’ de ‘assassinar crianças’ e agora também querer matar os velhos.
    Quanto a pressionar insistentemente a AR para se pronunciar sobre esta questão (havendo neste momento muita matéria que também é prioritária), parece-me que se deverá usar de certa cautela. Qualquer palavra ou frase retirada do contexto vai servir de mote para que os ‘piedosos’ da direita e extrema direita explorem os legítimos sentimentos de família e de vida da sociedade portuguesa e que apenas espreitam oportunidades como esta para se apresentarem como os arautos e os defensores da moral.

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